Cinco Anos - Cristiane Broca


Resenha por: Michelle Ladislau
Título: Cinco Anos
Autora: Cristiane Broca
Editora:Ases da Leitura
Gênero: Romance
Páginas: 347
Nota:


Ângela Barros é uma jovem jornalista de vinte e um anos. Com um pai doente, endividada e lutando por um emprego que está lhe escapando pelas mãos, vê seu destino mudar após conhecer o também jornalista Marcos Andrade, que lhe faz a pergunta chave: Onde você se imagina daqui a cinco anos? A partir de então se inicia uma jornada na vida desta jovem batalhadora que, olhando para si mesma, decide marcar o tempo e assumir as rédeas da própria vida. Entre erros e acertos, vitórias e derrotas, ela irá descobrir que tudo tem a hora certa de acontecer, e que somente um amor guiado pelo destino será capaz de libertar seu coração das barreiras que o cercam.

 Cinco Anos, começa no ano de 2007, com a vinda do então Papa Bento XVI, para a canonização de Frei Galvão. Nessa época Ângela Barros, estava concorrendo a uma vaga na equipe do jornal Vale Impresso, onde estagiava.

Ângela era uma excelente estagiária, mas não era organizada e nem pontual e acaba vendo com desconfiança o empréstimo de seus serviços que sua chefe faz, fazendo-a trabalhar em outro lugar durante um tempo, contra a sua vontade, mas no primeiro dia trabalhando com outras pessoas, só para variar ela chega atrasada, deixando irritado o grande jornalista Marcos,a pessoa com quem iria trabalhar diretamente.


“  Deve estar havendo algum engano, mas essa garota é jovem demais, pensou irritado. Ele não queria a assessoria de ninguém, na verdade não queria ter ido ao interior.”
Página 29


Ângela e Marcos trabalharam na cobertura da chegada do Papa Bento XVI em Aparecida e se deram bem desde o início, surgindo uma química forte eles e em um dia após o jantar, ele lhe faz uma pergunta da qual Ângela não soube responder.

Após três dias de trabalho com Ângela, Marcos volta para São Paulo e Ângela consegue sua efetivação no jornal. A cada dia que passa um não para de pensar no outro.

Ângela segue sua vida e com o tempo começar a notar  Eduardo, seu colega de trabalho. Mesmo não se sentindo preparada para ter um relacionamento e querendo ao mesmo tempo dar esse passo, fica de pensar na proposta de Eduardo.

Ângela mesmo não amando Eduardo, aceita o namoro e chega a ir mais além, mas não consegue se entregar nessa relação e por isso acaba indo viver sua vida após o término com Eduardo.

 Após uma premiação jornalística,Ângela e Marcos se reencontram, reascendendo o clima entre eles, mas o resultado desse encontro, ele só saberá meses depois, deixando-o chateado.

O final do livro além de lindo é emocionante.


Opinião:

Posso dizer que Cinco Anos foi uma bela surpresa e que uma simples pergunta me fez pensar muito e é se baseando nela eu a história flui.

Onde você imagina daqui a cinco anos?

Eu me imagino com uma vida mais estabilizada, minha filha tendo uma educação de qualidade e minha casa própria.

Mas como o livro não é  sobre a minha vida, vou voltar a relatar minha opinião sobre ele.

O enredo é bem conhecido por todos nós, uma caipira que sonha em ser uma ótima jornalista, mas não acredita que um dia irá amar de verdade, até que algo muda e particularmente adoro esse tipo de livro,pois me emociono bastante.

Os personagens são bem construídos, não encontrei nenhum furo, pois suas personalidades e características foram bem detalhadas.

Ângela, uma garota do interior, que cursa jornalismo,tímida, não sabe a beleza que tem,  perdeu sai mãe muito nova e seu pai era tudo na sua vida. Em busca de uma promoção, ela trabalha durante um período com o conceituado jornalista Marcos Andrade e sua vida muda totalmente a partir desse fato.

Marcos Andrade,  é um jornalista reconhecido, lindo, rico,mulherengo que não acreditava em casamento, mas que vê sua vida mudar quando Ângela entra em sua vida.

A narração do livro é feita basicamente por Ângela.

A diagramação está perfeita, mas o que me deixou chateada foi a revisão, que estava falha em alguns pontos, mas em nada afeta a história.

Quem tiver a oportunidade, leia, irão gostar tanto como eu gostei.



9

Adaptações - As Vantagens de Ser Invisível

Hi, guys!

As Vantagens de Ser Invisível é um livro excelente. Marcou muitas pessoas devido ao protagonista adolescente e sua complexidade típica. Vemos em Charlie um adolescente deprimido, porém em uma situação peculiar. Sua depressão não é aquelas que devemos observar se não a pessoa pode se matar ou cometer qualquer outro tipo de loucura equivalente. Charlie é telespectador da vida.

Não age, é parado. Seu único amigo cometeu suicídio, sua tia morreu e seus pais o tratam de uma maneira que adolescentes não gostam, se é que me entendem. Sua irmã... Bem, tem alguns problemas que não deixam espaço para Charlie.

A única maneira que ele encontra de passar os dias é escrevendo. Assim como Carson Phillips em O Diário de Carson Phillips, Charlie escreve para simplesmente ninguém, um amigo por correspondência. E nós, leitores, nos tornamos receptores dessas cartas e compartilhamos as suas incertezas. O livro tem tudo para ser monótono, devido ao fator da vida parada de Charlie. Entretanto, a forma com que ele escreve, não nos deixa com essa impressão.

A coisa toda muda com a entrada das personagens Bill, Patrick e Sam, porém o que quero ressaltar aqui é adaptação para o cinema. O filme foi lançado em 2.012 nas telonas e as críticas são muito boas. Entretanto, como sempre, há os conspiradores. A estes eu dou o recado: larga a mão de ser chato!

O filme foi coordenado pelo próprio Stephen Chbosky, autor do livro. Ele foi o roteirista do filme além de ser o diretor geral da adaptação. E, me desculpem, se o próprio autor está no set de filmagem, como aconteceu nesse caso, não tem como o filme sair ruim ou mal adaptado. Ele mesmo diz como quer as cenas, a impressão que deve passar, a expressão das personagens e, o melhor de tudo, sabe o que deve e o que não deve incluir do livro.

A situação é parecida com a adaptação de A Culpa É Das Estrelas, prevista para estrear no Brasil em 05 de junho. O diretor é Josh Boone, mas John Green está acompanhando tudo, inclusive as filmagens e o roteiro. Vamos ver como o filme vai ficar, porém se for analisar por fórmulas e tomando As Vantagens de Ser Invisível como base, A Culpa É Das Estrelas será bom.

Então Stephen Chbosky fez um ótimo trabalho na coordenação do filme de seu próprio livro. Os atores se expressaram da forma com que ele queria, e o roteiro foi cuidadosamente definido. Fica aqui minha indicação e garantia de um bom entretenimento cabível em qualquer situação de sua vida, além da épica dita "Nós aceitamos o amor que pensamos merecer".

Uma boa semana a todos!
9

Austenlândia - Shannon Hale


Resenha por: Ana Zuky
Título: Austenlândia
Autor: Shannon Hale
Editora: Grupo Editorial Record
Selo: Record
Gênero: Romance
Páginas: 238
Nota:

Jane Hayes tem 33 anos e mora na Nova York atual. Bonita, inteligente e com um bom emprego, ela guarda um um segredo constrangedor: é verdadeiramente obcecada pelo Sr. Darcy. Embora sonhe com ele, os homens reais com os quais se depara são muito diferentes dos que habitam sua fantasia. Justamente por isso, ela decide deixar de lado sua vida amorosa e aceitar seu destino: noites solitárias aconchegada no sofá assistindo a Colin Firth em seu DVD. Porém, esses não são os planos que sua rica e velha tia-avó Carolyn, tem para a moça. A única a descobrir o segredo de Jane deixa, em seu testamento, férias pagas para a sobrinha-neta na Austenlândia. A ideia é que Jane tenha uma legítima experiência como uma dama no início do século XX e consiga se livrar de uma vez por todas de sua obsessão. Contudo, para isso, ela terá que abrir mão do celular, da internet e até do uso de sutiãs em troca de tardes de leitura, espartilhos e... a companhia de belos cavalheiros. 

Olá pessoal, tudo bem? Então, vamos a mais uma resenha?!
Austenlândia é o primeiro livro que chegou a mim em parceria com o Grupo Editorial Record, e por incrível que pareça, não sabia o que pedir, então eles me indicaram este livro. Ao receber a proposta dele, corri para conferir a sinopse e me deparei com um certo anseio. O motivo? Bom não li, e faz muito tempo que assisti ao filme Orgulho e Preconceito, mesmo assim, boiando um pouco no assunto; encarei e li.
Fiquei surpreendida com toda a historia criada pela autora, mesmo não tendo noção de certos livros que foram mencionados nesta leitura, sendo elas: A Abadia de Northanger e Orgulho e Preconceito, pois a historia de Austenlândia um pouco se baseia nesses livros. Agora vocês devem estar se perguntando o por que.

A protagonista deste livro é fascinada pelo Sr.Darcy, e por causa disso seu estado amoroso não rende nada, sendo assim, uma mulher aos seus 33 anos sem um marido ou namorado. E sua tia Caroline em uma visita, a pega no flagra. Sim, a Jane tem vergonha de mostrar que é totalmente louca pelo filme Orgulho e Preconceito e assim mantem o dvd do mesmo escondido entre suas plantas.
A tia ao ver o seu fascínio, e por ela não ter um namorado ou marido na idade que se encontra, antes de morrer decidi dar algo a Jane, uma viagem com tudo pago para Austenlândia.
Bom não preciso mencionar mais nada, ate por que ali na sinopse já diz. Contudo, surpresas com a chegada de Jane ao local estão por vir.

Mesmo sem saber e ser pega a ver navios na leitura deste livro, o declarei meu favorito. A historia é um romance, ou podemos colocar ele no subgênero dos Chick-lit, por trazer uma pitada de comedia.
A proposta da autora para a historia e enredo desta leitura são de um fascínio esplendido, pois no momento da chegada de Jane a Autenlândia, fiquei imaginando como ela faria e como seria estar em um lugar onde não houvesse nada da tecnologia da qual estamos acostumados. E como ela agiria em um lugar onde todos falariam, agiriam e tratariam uns aos outros em pleno século XIX. Como era de esperar, meio que a Jane não se adaptou no inicio e acabou que tendo um acontecimento que a autora soube exatamente nos surpreender. Como? Bom para descobrir tem que ler, e lhes digo, ficaram abismado e boquiaberto, e ao mesmo tempo acharam a forma em que aconteceu foi genial da parte da autora.
Mesmo assim, foi por causa deste acontecimento que Jane se deu a chance de viver aquilo, e tentar esquecer o Sr.Darcy e poder viver sem criar expectativas com os namoros e romances. Era tudo que ela queria, até porque o seu fascínio pelo Sr.Darcy foi a ruína de sua situação amorosa.

Outro ponto a levantar é, que o foco da leitura é este, o desastre da Jane em arranjar e criar expectativas com os homens, então a cada capitulo do livro, antes de continuar a contar a situação de Jane em Austenlândia, a autora propôs a mostrar como foi cada namorado de Jane e como terminou, e cada namorado de Jane que é mencionado a cada capitulo não é citado nomes, mas sim números, do tipo: "Namorado 1". Isso acaba que nos levando a mente de Jane e também a boas gargalhadas, pois tudo era muito desastroso e hilário.

Será em Austenlândia que Jane encontrara sua metade, assim como será por causa desta viajem que ela mudara e se mostrara uma pessoa mais centrada e realizada, não que ela não seja já realizada, mas por causa de sua paixonite a Sr.Darcy, sua vida não era assim... tão boa.
Posso dizer a vocês leitores, que esta historia, mesmo trazendo um assunto que não estou à par, acabei que entendendo a situação, e me declarando uma leitora sortuda; tudo nesta leitura me agradou, me conquistou e me fascinou, tanto que adicionei a autora aos meus favoritos.
Espero que vocês gostem da resenha, que tenham a oportunidade de ler esta obra, ela é linda, além de ser uma leitura rápida e prazerosa, e vai lhe trazer uma pitada de comedia.

A capa do livro, é linda e toda uma concordância com a historia. Diagramação esta perfeita. Então não ha nada do que se queixar, e sim aproveitar e deliciar a obra.
Bom eu separei uns quotes deste livro, mas como são muitos irei soltar apenas uns quatro. Noutro dia eu faço uma postagem somente dos quotes deste livro, pois são vários.
É isso pessoal, espero que tenham gostado, e não deixem de comentar, dar opinião sobre a resenha, ou ate mesmo sobre o livro caso já tenha lido-o.

Obrigada a todos que leram e até uma próxima!

Quotes:
"Ela fez uma careta ao pensar na dança, lembrando o quanto havia sido divertido até ela estragar no final. Não queria isso para essa experiência. Precisava de um bom final, o melhor final, embora sua imaginação não conseguisse elaborar exatamente como ele seria."

"Certo, certo, consigo fazer isso, disse Jane para si mesma. É claro que consigo fazer isso. Eu devia estar acostumada a fazer papel de boba agora. Esta vai ser a grande e última vez. São só três semanas, e então posso deixar essa parte de mim para trás e seguir a vida. E talvez seja divertido. Pode ate ser divertido."

"É claro que não significava nada fora a diversão do ato, porque ela havia desistido de homens e do amor, afinal, e estava bastante firme consigo mesma quanto a esperar demais. Mas tinha sido bom. E uma primeira experiência para Jane: um caso inocente.
Esta noite, Jane tinha sido beijada. Esta noite, ela pensou: Sr.Darcy quem?"

"(...)Ele devia pensar que ela era louca. E, na verdade, estaria certo. Aqui estava ela em Pembrook Park, um lugar onde mulheres pagam montanhas de dinheiro para andar com homens contratados para idolatra-las, mas ela encontra um único homem no local que esta em posição de rejeita-la e o leva a fazer isso. Tipico de Jane."


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Lançamentos - Editora Arqueiro / Sextante e Saída de Emergência


Uma viagem para conhecer as mais belas cidades da Europa é o sonho de qualquer pessoa. Porém, o detetive da NYPD Jacob Kanon não está interessado nos pontos turísticos. Após receber a notícia do brutal assassinato de sua filha e namorado, mortos em Roma, Kanon viaja para o Velho Continente para tentar juntar pistas sobre o crime que mudou sua vida. E a onda de assassinatos está só começando: jovens casais são encontrados mortos em Paris, Copenhague, Frankfurt e Estolcomo. Os crimes parecem não estar conectados, com exceção de um cartão-postal enviado para o jornal local da cidade de cada nova vítima. Quando o repórter sueco Dessie Larsson recebe um postal, Kanon junta forças com o jornalista e partem para o novo destino para tentar capturar o serial killer.



Emma Grant é a decoradora da Votos, empresa de organização de casamentos que fundou com suas três melhores amigas de infância – Mac, Parker e Laurel. Ela passa os dias cercada de flores, imersa em seu aroma, criando e montando arranjos e buquês. Criada em uma família tradicional e muito unida, Emma cresceu ouvindo a história de amor dos pais. Não é de espantar que tenha se tornado uma romântica inveterada, cultivando um sonho desde menina: dançar no jardim, sob a luz do luar, com seu verdadeiro amor. Os pais de Jack se separaram quando ele era garoto, e isso lhe causou um trauma muito profundo. Ele se tornou um homem bonito e popular entre as mulheres, porém incapaz de assumir um compromisso. Quando Emma e suas três amigas fundaram a Votos, foi Jack, o melhor amigo do irmão de Parker, quem cuidou de toda a reforma para transformar a propriedade no melhor espaço para casamentos do estado. 



Março, 1912: A jovem poeta Elspeth Dunn nunca viu o mundo além de sua casa, localizada na remota ilha de Skye, noroeste da Escócia. Por isso, não é de espantar a sua surpresa quando recebe uma carta de um estudante universitário chamado David Graham, que mora na distante América. O contato do fã dá início a um intercâmbio de cartas onde os dois revelam seus medos, segredos, esperanças e confidências, desencadeando uma amizade que rapidamente se transforma em amor. Porém, a Primeira Guerra Mundial força David a lutar pelo seu país, e Elspeth não pode fazer nada além de torcer pela sobrevivência de seu grande amor. Junho, 1940, começo da Segunda Guerra Mundial: Margaret, filha de Elspeth, está apaixonada por um piloto da Força Aérea Britânica. Sua mãe a alerta sobre os perigos de um amor em tempos de guerra, um conselho que Margaret não quer ouvir. No entanto, uma bomba atinge a cara de Elspeth e acerta em cheio a parede secreta onde estavam as cartas de amor de David. Com sua mãe desaparecida, Margaret tem como única pista do paradeiro de Elspeth uma carta que não foi destruída pelas bombas. Agora, a busca por sua mãe fará com que Margaret conheça segredos de família escondidos há décadas. Querida Sue é uma história envolvente contada em cartas. Com uma escrita sensível e cheia de detalhes de épocas que já se foram, Jessica Brockmole se revela uma nova e impressionante voz no mundo literário.



O Reino Distorcido se prepara para o cumprimento de uma antiga profecia: a chegada de uma nova Rainha, a Feiticeira que tem mais poder que o próprio Senhor do Inferno. Mas ela ainda é jovem, e por isso pode ser influencidade e corrompida. Quem a controlar terá domínio sobre o mundo. Três homens poderosos, inimigos viscerais - sabem disso. Saetan, Lucivar e Daemon logo percebem o poder que se esconde por trás dos olhos azuis daquela menina inocente. Assim começa um jogo cruel, de política e intriga, magia e traição, no qual as armas são o ódio e o amor. E cujo preço pode ser terrível e inimaginável.



Numa tentativa de recuperar Tigana, sua terra natal amaldiçoada, o Príncipe Alessan e seus companheiros põem em prática um plano perigoso para unir a Península da Palma contra os reis despótivos Brandin de Ygrath e Alberico de Barbadior. Brandin é maquiavélico e arrogante, mas encontrou em Dianora alguém à sua altura e está hipnotizado por sua beleza e seu charme. Alberico está cada vez mais consumido pela ambição, cego a todas as ciladas a seu redor. Enquanto isso, o grupo de heróis viaja pela Península em busca de alianças que podem virar a batalha a seu favor. Alessan está mais dividido do que nunca, Devin já não é o rapaz ingênuo que era antes, Catriana apenas deseja redenção e Baerd descobre um novo tipo de magia. Conseguirá Tigana vingar a memória de seus mortos? Ninguém pode prever as perdas que sofrerão nem que fim terá esse embate. Sacríficios serão feitos, segredos antigos serão revelados e, para que alguns vençam, outros terão obrigatoriamente que cair. 



Há muito tempo atrás, as guerras de um anciente Mal arruinou o mundo e a humanidade foi forçada a competir com muitas outras raças - gnomos, trolls, anões e elfos. No pacífico vale de Shay o meio-elfo Shea Ohmsford sabe pouco de tais problemas, isso até o gigante proibido com poderes druidas estranhos, Allanon, lhe revelar que o supostamente morto Lorde Warlock está tramando para destruir o mundo em pequenas parcelas. A única arma capaz contra seu poder da escuridão é a Espada de Shannara, que pode ser usada apenas pelo verdadeiro herdeiro de Shannara. E Shea é o último dessa linhagem e nele repousa a esperança de todas as raças. Logo o Portador da Caveira, um pavoroso favorito do Mal, se dirige para o Vale para matar Shea. Para salvar o Vale da destruição, Shea foge, levando em seu encalço o Portador da Caveira.

Minha tristeza se tornou rotina, ninguém percebe mais. Não consigo mais dormir direito. Sinto-me egoísta. Continuo tentando impressionar as pessoas como se ainda fosse criança. Choro sozinha e sem motivo no banho. Só fiz amor com vontade mesmo uma vez em muitos meses – e você sabe bem de que dia estou falando. Já considerei que tudo isso seja um rito de passagem, consequência de eu ter passado dos 30 anos, mas essa explicação não basta. Sinto que estou desperdiçando minha vida, que um dia vou olhar para trás e me arrepender de tudo o que fiz. Menos de ter me casado com você e tido nossos lindos filhos. – Mas isso não é o mais importante? Para muitas pessoas, sim. Mas para mim não é o suficiente. Adultério - Paulo Coelho



Orar é entrar em contato com uma força maior do que nós mesmos em busca de acolhimento, fortalecimento e compreensão. Em geral, oramos quando precisamos de ajuda, nos sentimos gratos ou queremos expressar nossa admiração – essas são três formas poderosas de nos comunicarmos com Deus. Neste livro, Anne Lamott fala sobre a necessidade de entrar em contato com um poder superior para enfrentar o dia a dia e levar a vida adiante. Mas não faz isso em tom professoral. Pelo contrário. Lamott é mundialmente conhecida por sua maneira descontraída de abordar assuntos profundos. Com um texto divertido e honesto, ela mostra que orar não é pronunciar palavras prontas, e sim deixar o coração falar. Mesmo que tudo o que ele tenha a dizer seja: “Deus, não sei se você existe, mas, se existir, por favor, me ajude.” Em Pedir, Agradecer, Admirar, ela analisa cada uma das formas de oração e nos ajuda a lidar melhor com as dificuldades cotidianas. Suas palavras transformadoras e sua visão peculiar da espiritualidade abrem nossa mente para um entendimento maior do que significa aceitar e abraçar a dor, a beleza e os mistérios da vida.
Pedir, agradecer, admirar - Anne Lamott



Se você quer fazer apresentações brilhantes, precisa entender como o cérebro funciona e como as pessoas pensam. Susan Weinschenk, doutora em psicologia e consultora de grandes empresas, desvenda a ciência por trás das apresentações bem-sucedidas e mostra que todo mundo é capaz de se comunicar melhor. Com uma abordagem inovadora, a autora revela o que você precisa saber sobre a maneira como as pessoas ouvem, decidem e reagem para que consiga cativar o público e transmitir sua mensagem. Não importa se você é um palestrante iniciante ou experiente, se deve se apresentar para pequenas ou grandes plateias; este livro vai levá-lo a aprimorar aspectos fundamentais como postura corporal, tom de voz, gestos, contato visual, aparência, materiais utilizados e, sobretudo, a forma de organizar e repassar informações. Aprenda a aumentar a eficácia de suas palestras e apresentações conhecendo as respostas a estas perguntas: - O que atrai e prende a atenção do público?- Como escolher os melhores recursos visuais?- O que ajuda a fixar o conteúdo de uma apresentação?
- De que forma as pessoas reagem à sua fala e aos seus movimentos?
- Como obter o envolvimento emocional da plateia?
- O que leva as pessoas a tomar decisões?
Em capítulos curtos e objetivos, a autora reúne 100 dicas fundamentais para ajudá-lo a se tornar um palestrante melhor. E deixa claro que o segredo de uma apresentação bem-sucedida não está no que você fala, mas no que os outros ouvem e entendem.



Em Dar e receber, Adam Grant, pesquisador e professor da Wharton School, reúne suas conclusões sobre os motivos pelos quais algumas pessoas chegam ao topo da escala de sucesso, enquanto outras permanecem na mediocridade. Ele explica que, nas interações profissionais, podemos atuar como tomadores, compensadores ou doadores. Os tomadores se esforçam para extrair o máximo possível dos outros; os compensadores se empenham em promover trocas equilibradas; e os doadores são aquele tipo raro de indivíduo que ajuda os outros sem esperar nada em troca. Com base em seus estudos pioneiros, Grant revela que, ao contrário do que muitos pensam, as pessoas mais bem-sucedidas nas mais variadas carreiras não são as mais egoístas e implacáveis nem as que agem com base no “toma lá dá cá”. Os que chegam mais longe são os doadores. Por outro lado, ao examinar a base da escala de sucesso, o autor constatou que os doadores também estão entre os menos bem-sucedidos. Um dos objetivos deste livro é diferenciar os dois tipos de doador e mostrar o que podemos fazer para pôr em prática as estratégias dos vencedores.
Combinando conclusões de pesquisas recentes com histórias de personalidades cativantes, este livro conta como o dono da maior rede de contatos do mundo, segundo a Fortune, desenvolveu suas conexões; por que o gênio criativo por trás de um dos programas de TV mais populares trabalhou durante anos no anonimato; como identificar um tomador apenas analisando seu perfil no Facebook; e de que forma poderíamos ter previsto a falência da Enron quatro anos antes do colapso da empresa – isso sem sequer estudar seus números.
Aclamado pela crítica e elogiado por cientistas sociais, teóricos de negócios e líderes empresariais, Adam Grant mostra o que os doadores bem-sucedidos fazem de diferente em cinco áreas-chave – networking, colaboração, influência, negociação e liderança – e o que os tomadores e os compensadores podem aprender com os métodos deles.



Desde criança, Pedro Siqueira tinha visões místicas. Com o tempo, seu dom se transformou em missão: ser um instrumento de ligação entre as pessoas e o mundo espiritual e ajudá-las a desenvolver sua fé através de mensagens de santos, anjos e de Nossa Senhora. Ele começou a dividir os ensinamentos que recebia com pequenos grupos de oração. Aos poucos, esse círculo foi crescendo e, hoje, Pedro dirige a oração do terço para milhares de fiéis. Com este livro, ele amplia ainda mais o alcance de sua mensagem e leva ao leitor as orientações mais importantes para quem deseja estreitar sua relação com Deus por meio da oração. Muitas pessoas que creem em Deus não têm o hábito de rezar, mas Pedro mostra que a prece precisa fazer parte do nosso dia a dia. Seus poderes são surpreendentes: ela acalma corações e transforma a realidade. Neste livro, ele ensina como devemos rezar para estabelecer um canal de comunicação direto e verdadeiro com Deus. E nos aponta o caminho para uma vida espiritual plena e feliz, dedicada ao Senhor e a serviço do próximo.
A partir de fascinantes histórias reais, Pedro nos faz ver que as coisas vindas do Altíssimo são impressionantes e imprevisíveis. E que, quando rezamos com fé e acreditamos na Providência divina, milagres podem acontecer em nossas vidas.



José Mariano Beltrame podia ser apenas mais uma presença efêmera na cadeira da Segurança Pública no Rio de Janeiro, afinal nenhum dos seus antecessores durou mais que três anos no cargo. José Mariano podia nunca ter se tornado o secretário Beltrame. Podia ter continuado na Polícia Federal, dedicando a vida a investigar complexos casos de tráfico internacional de drogas pelos quatro cantos do Brasil. Podia nunca ter saído de Santa Maria. Mas ele estava trabalhando na Polícia Federal no Rio de Janeiro em 2006, quando a segurança pública passava por mais uma crise sem precedentes. Isso mudaria de forma radical a sua história e a da cidade em que escolheu morar. Beltrame aceitou o desafio de assumir a Secretaria de Segurança e se tornou o mais conhecido – e duradouro – secretário de um estado marcado pela violência. Neste livro, ele divide experiências e angústias, revela bastidores dos momentos mais tensos no cargo e faz um relato minucioso da reunião que antecedeu a ocupação do Complexo do Alemão, em 2010.
Além disso, fala sobre o nascimento das Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, que acabaram ficando conhecidas até mesmo fora do Brasil. A primeira delas, em 2008, surgiu da certeza de que era necessário desestabilizar o tráfico em seu próprio território. Uma decisão aparentemente simples, cuja implementação nunca tinha dado certo.
O livro traz as duras batalhas de Beltrame e de sua equipe no combate ao tráfico e às milícias. Relata diversos momentos de ocupações e de como a polícia teve de ser adaptada e aprimorada ao longo do processo. Por outro lado, não se furta a comentar assuntos mais sensíveis, como o futuro das ocupações nas favelas e as críticas à repressão nas recentes manifestações.
Ao contar sua história, José Mariano se revela um homem de caráter ímpar, com um comprometimento raro com a causa pública, algo a que os brasileiros estão muito pouco acostumados.
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Adaptação - A Saga Crepúsculo



Hey, guys!

Não, a postagem de hoje não é clichê. O que vou falar aqui é a adaptação da saga Crepúsculo em uma escala geral, comparando os livros com os filmes. Antes de tudo, saibam que não gostei da saga, somente adolescentezinhas têm Stephenie Meyer como ídolo e o Edward é frio (se é que me entendem).

Quanto ao enredo, a adaptação foi bem feita. Pegaram os principais pontos da história, colocaram no cronograma do filme e fizeram as cenas. Está menos enjoativo do que os livros. Eu digo isso porque assistindo ao filme e observando os detalhes em geral, achei que no livro, por ter mais detalhes e, consequentemente, maior explanação, conseguiria compreender que a obra era boa. Porque eu tinha para mim que Crepúsculo era bom, porque praticamente todas as garotas babavam por ele.

Puro modismo.

Essa referência eu tinha devido a meninas que eu julgava adultas e decididas estarem apaixonadas pelo filme. Então fui assistir. Vi uma grande bosta. Uma adolescente pálida, insegura, indecisa e inútil atrai a atenção de um vampiro vegetariano. Sentiu a garfada no esôfago?

Tentei ler o livro, mas não rolou. Por quê? A narrativa é muito, mas muito detalhada e Crepúsculo acaba não tendo ação. Imagine só, uma história cujos protagonistas são, como eu disse, uma adolescente e um vampiro vegetariano? A escrita é quase assim:

Eu acordei. Me levantei. Depois, decidi que queria descer para a sala. Então dei um passo com o pé direito. Depois outro com o esquerdo. Depois mais um com o direito. Novamente o esquerdo. E, de novo, o direito. Parei. Me espreguicei. Os cabelos todos desarrumados. Dei mais um passo, mais um, mais um, e mais um. Cheguei às escadas. Comecei com o pé direito e logo coloquei o esquerdo. Novamente o direito... Esquerdo.

Entenderam, não é? Agora imaginem só o livro Lua Nova. O Edward decide ir embora e pronto, ferrou! Todo o mundo da adolescente miserável desaba. Quase o livro inteiro é a Bella chorando porque a Barbie fugiu de patinete. Então ela começa a se meter em encrenca pra chamar a atenção do seu amorzinho vegetariano. Tem alguma atitude mais infantil? Se envolver em perigos pra chamar atenção?

Só faltou ela fazer uma tatuagem de coraçãozinho e postar no Facebook: #radical

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E sabe o que é ainda pior? Ela é que acaba correndo atrás dele! (KKKKKK). Ele acha que ela morreu e decide se matar. Então ela corre atrás para dizer "eu te amo, meu amor, estou viva e vamos viver pra sempre juntos!". Então acaba o filme. Acontece que o filme é só de 2 horas, agora imagine o livro? É um puro nada.

Eclipse é bom. Acontecem algumas reviravoltas e tal e, nesse caso, é melhor ler o livro. Porque têm mais detalhes e blablablá, o que vocês já sabem. É o único livro da saga que compensa ler a assistir a adaptação devido a riqueza da narrativa.

Então vem Amanhecer. No filme Amanhecer - Parte 1, a única coisa que acontece é a gravidez da Bella. Ela engravida, a criança começa a crescer desesperadamente e, como diz Felipe Neto, a Bella fica parecendo o Cazuza em fase terminal.

Em Amanhecer - Parte 2, o que acontece é... Nada. Nessa situação, não compensa nem ler o livro, nem assistir ao filme. Porque, literalmente, não acontece nada. Veja só a situação: como Amanhecer é o último livro da saga, iria acontecer a batalha final. Só que ela não acontece. Foram quatro livros e cinco filmes até chegar à batalha final e ela não acontece. Os Volturi, vampiros sanguinários que só querem saber de chupar sangue, muito sangue humano (que é a natureza de vampiros de verdade), decidem marchar para destruir os vegetarianos. Então, quando os dois clãs se encontram para acabar com a merda toda de uma vez, a mãe-diná dos Volturi tem uma visão: se eles lutarem, os vegetarianos vencerão. E, então, os Volturi vão embora.

¬¬'

Não teve batalha final. Os Volturi simplesmente vão embora. E a história acaba sem nenhum vencedor. Ninguém venceu. O fato de os Cullen terminarem vivos não significa que saíram vitoriosos. Temos essa impressão porque acompanhamos a história deles durante toda a saga, mas se os protagonistas tivessem sido os Volturi, com este mesmo desfecho acharíamos que eles seriam os vitoriosos.

Para o caso de Amanhecer, não compensa ler nem o livro, nem o filme. E falando de uma maneira geral sobre a Saga Crepúsculo, é o primeiro romance que eu recomendo assistir o filme, pois o tempo perdido será menor.

As adaptações são bem-feitas? Sim, são perfeitíssimas, pois adaptar um livro desse com o nível que ficou o filme, é coisa de gênio. O livro é ruim, mas o filme é um bom passa-tempo da Sessão da Tarde. Dá pro gasto.

Ui.











Te jogo no Sol, moleque baitola!
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Jogos do Prazer - Madeline Hunter

Resenha por: Ana Zuky
Título: Jogos do Prazer
Autor: Madeline Hunter
Série: Os Rothwells #3
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance de época
Páginas: 240
Nota:

A bela Roselyn Longworth já aceitou seu destino. Depois que o irmão fraudou o banco em que era sócio e fugiu do país levando o dinheiro dos clientes, suas finanças ficaram arruinadas, assim como suas chances de conseguir um bom casamento. Por isso foi fácil acreditar nas falsas promessas de amor de um visconde. Mas a desilusão não demorou a chegar: quando Rose não se sujeitou a seus caprichos na cama, o nobre se vingou leiloando-a durante uma festa em sua mansão. Ela acredita que o destino lhe reserva um fim trágico. Ainda mais ao ser arrematada por Kyle Bradwell, um homem que venceu na vida pelo próprio esforço, mas não é bem-vindo nos círculos mais exclusivos. Mas a jovem é surpreendida pela atitude dele, que a trata com um respeito e uma gentileza que ela não recebia desde antes do escândalo envolvendo o irmão. Quando Rose finalmente descobre o que está por trás do comportamento de Kyle, é tarde demais: já foi fisgada pelo homem que conhece seus segredos mais íntimos.

O que leva um leitor a gostar de uma escrita, a forma em que ela é desenvolvida? Heis uma pergunta que me pegou quando vasculhando a net e me deparei com leitores e blogueiros que entram em controversas sobre a escrita de Madeline Hunter.
É difícil citar ou mencionar o que lhe agrada ou não, contudo acredito que pessoas que não gostam da escrita de Madeline é por que não prestaram atenção na forma em que ela trabalha . Não estou aqui para criticar, nada disso. Apenas quero ressaltar minha opinião de leitora de 'quase' todos os gêneros. Sim meus queridos eu tenho os prediletos - e quem não os tem - mas acredito que para termos uma opinião decretada devemos nos abrir a novas experiencias e tentar entender - o minimo, ao menos - para dizer que não gostamos.

A leitura deste livro como outros da autora, me surpreende na simplicidade da sua escrita, mesmo sendo um romance de época ela consegue nos fazer focar e se imaginar naquela dita época.
O romance em si como sempre nos deixa encantados e amando cada cena e personagem. Como explicar, seria um tanto difícil, a não ser que vocês leiam ou já tenham lido para entender o que digo.
Como vocês podem notar a sinopse já diz o que esperar da leitura, mas não se engane, a leitura vai surpreender a todos com as reviravoltas, emoções, caprichos e sedução.

Roselyn é uma personagem revoltada com o rumo que sua vida tomou apos seu irmão roubar e fugir, deixando ela e sua irmã a vê navios. Ela acabou que se entregando ao Visconde, achando que ali encontraria uma nova vida e amor. Porem ela se pega na maior injustiça que poderia lhe acontecer. Foi leiloada.
Roselyn poderia ser aquela personagem forte, que não se entregaria tão fácil - não digo por ela ter aceitado a proposta - mas, ela se faz um tanto melodramática, principalmente quando se tratando do irmão. Mesmo ter aprontado tudo, o julga como inocente, assim fazendo o que o irmão pede.
No romance, quando a proposta foi dada, ela se pega na indecisão, não sabendo como agir, até que sua prima lhe mostra a qual razão deve dar ouvidos.
Roselyn foi a personagem que menos me conquistou, achei ela um tanto indecisa, e cruel com quem não devia. Deveria ver e aceitar o que o destino que arranjou. Porem apos umas "reviravoltas" ela acaba mostrando-se uma personagem cabível ao papel que lhe foi consignado. Assim, tornando-se aceitável ao meu gosto.

Kyle, o personagem mais admirável dos livros da serie, ele vem de uma família simples de mineiros, que conquista tudo com garra e força. Resumindo lutou para chegar onde esta.
Apos ele ver o que acontecia a Roselyn - isso acontece quando ele vai a casa do Visconde tratar de assuntos que tinham, e é convidado ao banquete sem saber o que acontecia - ele decidi dar o arremate mais alto, onde não houve nenhum a vence-lo. Se engana quem pensa que ele faz isso por motivos vulgares. Ele o faz para ajuda-la.
Kyle nutre um amor por Roselyn deste quando a viu no teatro( acontecimento no primeiro livro da serie), mas se acha indigno dela. E com isso não cria nenhuma expectativa que o levasse a crer de algo a mais que ajuda-la.
Este personagem como disse algumas linhas acima, foi o que me conquistou e me cativou dos livros que li da serie, além de ter uma vida um tanto miserável quando criança, teve a oportunidade de mudar, e com isso ele agarrou com unhas e dentes e hoje é admirado e apresentável a sociedade da época.

Agora as reviravoltas do livro não mencionarei muito, apenas digo que Roselyn os deixara um tanto atormentados com alguns acontecimentos, em outros os deixara com um leve sorriso.
Kyle tem segredos que os prenderão, e farão imaginar mil e uma coisas, o que no final lhe fara ficar boquiabertos.
Madeline como sempre nos enriquece com sua escrita, nos fazendo nos apaixonar e ao mesmo tempo odiar certos personagens, e no final fara com que sentimos apreciados e maravilhados. Sua escrita mesmo sendo simples, esta cheia de detalhes que enriquece a obra em si, além de que soube encaixar pontas que ficaram soltas no primeiro livro e arremata nesta leitura, fazendo que compreendamos todas elas.
Uma leitura super recomendada aos apaixonados pela leitura,e  pelo gênero, vocês iram se surpreender, alem de ficarem fascinados. Espero que tenha agradado a todos com a resenha e tirado alguma duvida que houvesse com a mesma.

Quotes:
"- Sou filho de mineiro. Estou acostumado com intrigas e agressões diretas.
- Um dia, algum maldoso pode inventar que tenho outro caso. Gostaria de saber se o senhor acreditaria.
- Pensou em todas as possibilidades, não é? Não sei se eu acreditaria. Mas prometo perguntar se é verdade antes de matar o homem."

"- Então pede em casamento uma mulher desprezada porque tem certa preocupação com ela e porque frequentará a casa dos parentes da prima dela? Para um homem de negócios bem-sucedido, não faz boas trocas.
O rosto dele endureceu o suficiente para mostrar desagrado pela crítica.
- Está bastante convicta de que desvendou minhas intenções. Mas esquece o mais importante. Eu ganho algo mais além das pequenas vantagens que citou.
- Não sei o que seria.
- Você, Srta. Longworth. Você para mãe dos meus filhos e esposa na minha cama."

"- Compre uma homem da sua espécie. Um homem mais à altura da posição social dela. Certamente, há um filho desgarrado de algum barão à venda por aí.
- Não cabe no meu enredo. Se você se casar com ela, aquele leilão se transformará num começo romântico, não num final sórdido." 

"Às vezes não havia mesmo escolha. Às vezes só havia uma decisão, uma única coisa possível a fazer, se você quisesse uma chance de ser feliz."

"Kyle estava com fome, precisava de um banho de água quente e estava tão cansado que mal conseguia ficar em pé, mas olhar para ela o deixou hipnotizado. Como sempre fora. Como sempre seria. Não é para você, rapaz.O efeito que causava nele era ainda mais forte agora. Rose já não era um rosto lindo visto num teatro ou à luz da lua. Não era sequer a mulher apaixonada que ele tinha possuído numa união de almas. Começava a conhecê-la tão profundamente que isso alterava o que sabia de si mesmo."




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lançamentos - Editora Gente e Única


Por que há tanta gente infeliz, estressada, ansiosa ou, o pior de tudo... apática? Passando por casos reais – e que são comuns a todos nós –, a autora mostra que, apesar de todos acharmos que estamos buscando a felicidade, a grande maioria das pessoas sente um vazio interior difícil de sanar. Para definir o que constrói a felicidade não faltam clichês. Os cartões de aniversário e as revistas falam de momentos únicos, lembranças de tirar o fôlego, experiências que constroem a alma e amigos que tocam direto no coração. Enquanto somos pressionados a ter tudo isso, mal conseguimos terminar o dia sem dar um suspiro de frustração. O que falta? A autora lhe convida a uma jornada de autoconhecimento, questionando seus hábitos mais imperceptíveis e suas crenças estabelecidas. Assuma um compromisso consigo mesmo! Aceite o desafio e adote em sua vida o método criado para que você seja tudo aquilo que pode e merece ser. Encare o que falta para você ser feliz. 




Em um mundo que fica cada vez mais competitivo, o que mais se ouve é “não deu para fazer o projeto dos sonhos porque não tinha dinheiro para isso”, ou “não desfrutamos das férias que desejávamos porque não deu tempo de planejar”, ou ainda “nosso emprego não é satisfatório porque não houve oportunidade melhor”. A carência de recursos naquilo que tentamos fazer é apontada o tempo todo e, no âmbito de uma empresa, esse sintoma toma proporções gigantescas. Como, então, fazer uma campanha de marketing se não há dinheiro para material e publicidade? Como fazer o cliente se apaixonar por sua marca, se tornar um fã fiel, quando todos os recursos se resumem a argumentação? Se não há fogos de artifício, nem dinheiro para comprar anúncios de televisão ou para contratar grandes agências de publicidade? E – ainda por cima! – você trabalha com uma equipe reduzida e estafada? Julio Casares pegou todas essas dificuldades e se tornou um verdadeiro mestre em fazer qualquer negócio gerar dinheiro. Qualquer negócio mesmo! Transitando por áreas altamente competitivas ao longo de sua carreira, ele criou a prática de descobrir os tesouros escondidos que todo negócio possui – mas que precisam de esforço, foco e planejamento para ser encontrados – e, depois que são trazidos à luz, apresentam lucros jamais esperados! Conheça como opera o homem que transforma grama em ouro e programas antigos de televisão em líderes de audiência. Existe um mundo de tesouros escondidos à sua espera. 




Com uma promissora carreira pela frente, Brooke Stewart não é o tipo de pessoa que se envolve em relacionamentos, principalmente em seu trabalho. Entretanto, ao ser enviada para fechar um grande negócio na Itália, ela percebe que uma das peças-chave do seu novo projeto é o cara que ela havia abandonado dias antes em sua cama. Jett era um homem de negócios. E altamente atraente. Seu sorriso malicioso escondia seus verdadeiros intuitos e seus olhos verdes eram um convite permanente. Sexy e arrogante, um cretino e um estranho, disposto a conseguir tudo o que quer e, desta vez, ele desejava Brooke, não importando o preço a pagar. Então, quando eles percebem que essa relação pode afetar o mundo dos negócios, surge um contrato... Perigosamente arriscado. Altamente sexy. Uma relação que não aceitará um “não” como resposta.


No dia de formatura de Malencia ‘Cia’ Vale e dos jovens da Colônia Cinco Lagos, tudo o que ela consegue imaginar – e esperar – é ser escolhida para O Teste, um programa elaborado pela Comunidade das Nações Unificadas, que seleciona os melhores e mais brilhantes recém-formados para que se tornem líderes na demorada reconstrução do mundo pós-guerra. Ela sabe que é um caminho árduo, mas existe pouca informação a respeito dessa seleção. Então, ela é finalmente escolhida e seu pai, que também havia participado da seleção, se mostra preocupado. Desconfiada de seu futuro, ela corajosamente segue para longe dos amigos e da família, talvez para sempre. O perigo e o terror a aguardam. Será que uma jovem é capaz de enfrentar um governo que a escolheu para se defender?


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Resident Evil, God of War, Assassin's Creed... Vamos brincar de um outro jeito?

Saudações, amigos!

Não é nada muito espantoso, mas estatísticas comprovam que cada vez mais brasileiros estão se tornando leitores ativos por espontânea vontade. Ainda estamos longe de nos compararmos aos célebres norte-americanos, mas o nosso nível de leitura está aumentando. Não vale citar os motivos aqui, pois são muitos. Desde influência familiar, cheiro de livro (sim, isso atrai novos leitores a experimentarem) ou simplesmente curiosidade. Outro dado relevante mostra que as pessoas estão começando a ler mais cedo aqui no Brasil. Enquanto na década passada pessoas com média de 17 anos começavam a ler, hoje vemos crianças com 12 no universo da Literatura.

E as editoras parecem estar vendo que a nova geração brasileira é capaz de colocar o nosso país em patamares altos quanto a nível de leitura devido a esses números. Cada vez mais essas editoras estão trazendo adaptações de jogos para os livros. Eles são impressos primeiramente nos Estados Unidos (aumentando a curiosidade dos jovens de lá também) e vendo o sucesso e o mercado promissor aqui no Brasil, investem em publicar por aqui também. E o investimento vale a pena.

Livros de God of War e Assassin's Creed rendem à LeYa e Galera Record, respectivamente, até hoje. Isso porque os gamers brasileiros estão entre os melhores do mundo. Qualquer competição internacional de videogame tem no mínimo 5 brasileiros representando e conseguindo bons resultados. Então esses títulos citados estão em alta por aqui e a curiosidade em saber do que se trata aquele livro do jogo favorito é enorme.

Leitura de adaptações de jogos é a vitrine literária para esses jovens. Daí eles migram para uma fantasia, depois para um policial e voalá! Ficam viciados em livros! Isso aumenta a estatística de leitura entre jovens no Brasil e é muito provável que esses números dobrem na próxima geração devido à esses leitores influenciarem os futuros filhos. Estamos em uma situação literária promissora, onde em um futuro próximo tanto adultos quanto jovens estarão inseridos na Literatura.

Pode parecer estranho, mas essa mesma fórmula não se aplica aos norte-americanos. O jovem de lá que compra um livro de jogo já era leitor ativo e não altera a estatística, diferente do jovem brasileiro que não era leitor e se torna, aumentando a estatística. No mesmo período em que o Brasil pode saltar de 29 a 55% de leitores, os Estados Unidos podem crescer apenas cinco ou dez por cento. O motivo é que a leitura sempre foi um hábito comum entre eles, então a influência não vem somente dos pais (como ainda é aqui no Brasil), mas de muitas formas desde a escola até campanhas publicitárias. Isso faz com que LER não seja uma experiência nova para eles. Mas aqui no Brasil sim, e com jogos se tornando livros então...!

70% de leitores ativos, se for alterado, pode ir para 75 ou 79% no máximo. Sim, já é muito, mas ficará atrás  do Brasil na estatística de crescimento de leitores.

Então o investimento em adaptações de jogos é algo que dá muito retorno financeira e culturalmente no Brasil. É uma atitude que eu aprovo muito e louvo pela tendência que temos e ao patamar que podemos conseguir no futuro. Que cada vez mais jovens joguem mais e leiam mais.
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Batalha dos BT's #1

Hello My Guys. E ai como estão?
Ouchê, notaram que tem algo de estranho no nome desta postagem? Pois é, euzinha aqui pensando e pensando(como sempre.hahahaha) decidi fazer algo diferente. Algo que envolvesse a participação de vocês meu caros. Vamos ao que esta a espera de vocês!

Nesta batalha de BT's colocarei dois book trailers de livros diversificados. Colocarei a capa de seu receptivos livros e logo apos os book trailer.
Vocês devem se perguntar: Porque a Batalha dos BT's?
Bom a explicação é fácil, quem decidira quem vai ganhar são vocês. Apos colocar os Bt's no final deixarei uma enquete onde poderão votar na melhor. Lembrando que não vale votar no BT só porque você leu a historia e amou, não. Você deve votar no melhor BT, o que mais lhe chamou atenção, o que foi bem produzido, o que se destacou. O BT que lhe conquistou, que lhe fara querer correr para ler o livro, se é que vocês me entenderam. Hahahahahahah
O BT mais votado vai ficar destacado na sidebar do blog, e ira para a próxima luta, com outro BT, e assim vai funcionar.
Agora vocês devem estar se perguntando: O que eu ganho com isso?
Simples meus caros, a participação, a ansiedade de votar e saber que ganhou. Além é claro do envolvimento de vocês com o blog. Pois queremos que vocês participem, que façam parte do blog, que sejam mais um membro. Pois o blog foi criado para vocês. Aqui o que vale é a opinião de vocês. Então, vamos fazer desta postagem a vossa também!


Ladies and Gentleman hoje esta começando uma nova batalha, onde haverá dois BT's. De um lado o BT do livro Seraphina e noutro A bandeja. Ambos com seus potenciais no alto, mas a decisão de quem ganhara é sua. Vote e escolha qual BT merece ir para a próxima batalha.




                 X                  

E que a Batalha comece!!!!!!!


Não deixem de comentar e dar sua opinião, é claro de votar.
PS: Esta enquete ficara no ar até dia 10 de Abril de 2014 e na próxima sexta volto com o vencedor e seu mais novo concorrente.
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O Clone de Cristo - J.R.Lankford

Hi, guys!

Esta é a primeira resenha que posto aqui no Sangue com Amor. Lembram de mim? Gunnar Santos da coluna Vamos Comentar? Não lembram? Nunca nem ouviram meu nome? Bom pra você.

O Clone de Cristo é uma história que me marcou muito. Não pelo fato de ser minha primeira resenha para este blog, agora estou falando da obra. J. R. Lankfort deve se orgulhar do talento e facilidade nas palavras que recebeu de Deus. Ter um vocabulário vasto não é garantia de elaboração de uma boa história, mas a aplicação das palavras é que define um bom escritor. No livro vemos palavras difíceis em aplicações coerentes, não é nada extravagante. Essas palavras estão espalhadas homogeneamente pela narrativa e, assim, conseguimos entender o que está escrito, notar a riqueza da autora e elevar nossa consideração pela obra.

A ideia é bem original. Imaginem a possibilidade de clonar Jesus Cristo? Para o Dr. Felix Rossi, um dos cientistas com maior reputação no mundo, a única maneira de realizar essa acrobacia científica é colhendo uma amostra do sangue de Jesus que está impregnado no Sudário (mortalha que envolveu o corpo no túmulo). Na verdade ainda não há provas concretas de que o pano sagrado, guardado em uma igreja em Turim, é de fato o que Jesus "usou", e é com esse pretexto que o Dr. Rossi dedicou parte de seus estudos durante a vida toda para ter acesso ao Sudário. A Igreja quer apenas saber se o Sudário é verdadeiro e que seja comprovado cientificamente para que não haja dúvidas (ou seja, no fundo a Igreja recorre à ciência), e nosso protagonista deseja apenas uma amostra do DNA para clonar Jesus Cristo.

O motivo dessa obsessão aumentou quando Félix descobriu após a morte de seu pai que não é de descendência italiana, e sim judia. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando Mussolini caiu e a Alemanha invadiu a Itália, seus pais judeus fugiram de Hitler para a Suíça e de lá para os Estados Unidos.

Félix sempre creu no cristianismo e se sentiu contrariado quando descobriu que era judeu. E sua pretensão agora é trazer Jesus Cristo de volta para que haja uma segunda vinda através de um judeu e, assim, seu povo possa ser o intercessor disso, fazendo com que os judeus acreditem em Jesus e que o mundo inteiro possa reconhecer isso.

Essa é a deixa. O que vai acontecer, deixo para vocês lerem. O que tenho a dizer é que a Saída de Emergência fez uma ótima aposta quando aceitou publicar O Clone de Cristo. A história é bem construída, mas uma coisa não posso deixar de mencionar aqui. Logo no início do livro, quando o narrador ainda fala sobre o Sudário, ele comenta sobre a imagem que ficou marcada no pano. A imagem de um rosto que, segundo crenças, é o de Jesus. Ficou marcado devido ao sangue e sugere muita dor e a percepção de que havia uma coroa de espinhos, hematomas no corpo pelos chicotes etc. Essas marcas têm no pano inteiro, dando pra reconstruir imagens do corpo de Jesus e o narrador diz que havia costelas quebradas, ossos do ombro também fraturados e um dos joelhos em pedaços. Porém, na Bíblia o profeta Isaías profetiza sobre Jesus, sua vinda e sua morte e um dos detalhes que ele dá é que nenhum de seus ossos será quebrado.

E João confirma isso. Em João 19:36 está escrito "Porque isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz: Nenhum dos seus ossos será quebrado." João disse isso porque Jesus estava na cruz e não morria. E estava chegando a um horário que os Judeus devem se recolher todos às suas casas. Como Jesus e nem os outros dois ladrões crucificados ao seu lado não morriam, a alternativa era quebrar as pernas deles para adiantar a morte. Assim fizeram com os dois ladrões e quando o foram fazer com Jesus, ele já tinha entregado o espírito ao Pai. Não foi necessário quebrar nenhum osso e João confirmou isso.

Tudo bem que O Clone de Cristo é Literatura e não tem vínculo com a realidade. É uma fantasia. Porém a autora considerou o Cristianismo e o utilizou em sua obra. Sendo assim, ela deveria citar o Cristianismo da forma como ele é, independente de crenças ou comprovações. A religião Cristã afirma que Jesus morreu e não teve nenhum osso quebrado e ela deveria ter concedido isso na obra.

Também encontrei uma ambiguidade no texto. "[...] respondeu Sam, ainda sorrindo. Pensava quanto dinheiro ela não teria gasto naquele chapéu. Sua mãe tinha sido assim." A mãe de quem? De Sam ou da garota que ele estava conversando (que foi referida como "ela" neste trecho)? Outra incoerência há na página 24, onde ao descrever Sam, o narrador diz que o mesmo usava cabelos castanhos raspador e espetados em todas as direções, como os jovens. Como "espetados" se estavam "raspados".

Na página 77 a separação de Maggie se dá como Ma-ggie; E na 78, Mag-gie. Qual o correto?

Mas, enfim. A história é riquíssima e J.R. Lankfort ou já viveu um Nova Iorque ou pesquisou bastante a geografia do local e a história de cercos pontos, pois suas personagens e em vezes o próprio narrador citam alguns lugares, a proximidade deles em relação à referências e até dados históricos sobre o lugar.

Resumindo, a Saída de Emergência publicou uma grande riqueza e deve sentir grande orgulho disso. Leitura muito prazerosa, tema polêmico e... Literatura. Tudo de bom.
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Tigana 'A Lamina da Alma' - Guy Gavriel Kay

Resenha por: Ana Zuky
Título: Tigana 'A Lâmina da Alma'
Autor: Guy Gavriel Kay
Editora: Saída de Emergência
Gênero: Fantasia
Páginas: 368
Nota:

Tigana é uma obra rara e encantadora onde mito e magia se tornam reais e entram nas nossas vidas. Esta é a história de uma nação oprimida que luta para ser livre depois de cair nas mãos de conquistadores implacáveis. É a história de um povo tão amaldiçoado pelas negras feitiçarias do rei Brandin que o próprio nome da sua bela terra não pode ser lembrado ou pronunciado. Mas anos após a devastação da sua capital, um pequeno grupo de sobreviventes, liderado pelo príncipe Alessan, inicia uma cruzada perigosa para destronar os reis despóticos que governam a Península da Palma, numa tentativa de recuperar um nome banido: Tigana. Num mundo ricamente detalhado, onde impera a violência das paixões, este épico sublime sobre um povo determinado em alcançar os seus sonhos mudou para sempre as fronteiras da fantasia.


Bom pessoal, hoje estou aqui com mais uma resenha. O livro que falarei, foi uma leitura um tanto...impressionante. Eis que lhes apresento o livro Tigana, publicado pela editora Saída de Emergência.
O livro foi uma surpresa, até porque não conhecia o autor e não tinha lido nada publicado por ele, posso dizer que esta obra do gênero fantástico além de impressionar deixara muitos leitores boquiabertos com a historia, e a forma de escrever do mesmo.
Tigana aquele tipo de leitura que você deve ler com calma e prestar atenção tanto nos personagens como na ação e trama que o envolvem, ou terão que reler e voltar muitas paginas para entender algum acontecimento.
Bom isso aconteceu comigo na leitura do A Corte do Ar, não sabe do que estou falando? Confira a resenha AQUI. Não sou acostumada a leituras que exijam, mas graças ao livro a corte do ar, aprendi a ter calma e apreciar tais leituras. Sim meus caros, este livro é outro que exige de seu leitor total atenção e calma, ou se perdera nas paginas destas incrível historia.
Talvez alguns de vocês não tenha, ou não goste deste tipo de leitura, mas sinto informa-lhes que perderão uma grande historia.
Tigana se passa na idade medieval, as províncias de Palma são dominadas por dois magos, seus desejos era comandar e provocar medo, mas o povo foi relutante, e assim cada província se juntou para lutar pela sua liberdade, entretanto houve um erro . Brandim e seu exercito, teve que enfrentar até a morte a tropa que era chefiada pelo filho do  mago. Trazendo perdas para os dois lados.
O mago então, lançou um feitiço que fez com que Tigana não existisse e nem fosse lembrada por ninguém aos arredores das províncias de Palma. Porem ainda existe esperança, um pequeno grupo se lembra de sua terra.
Como mencionei o livro Tigana é um livro do gênero fantasia, no inicio da leitura somos apresentados a um acontecimento que dará toda a trama da historia, onde um príncipe tenta derrotar dois magos tiranos. Isso se passa no prologo, e algumas paginas depois chegamos ao primeiro capitulo com novos personagens. Então até a metade da leitura conhecemos eles, e a cidade de Tigana.
Mesmo tendo sido um pouco lenta os acontecimentos, já nas primeiras paginas começamos a entrar e tentar descobrir, quem são, o que farão, como será, e o que acontecera. Porem, não se agarrem nesta mal do leitor, de tentar adivinhar antes do tempo, ou acabara sendo jogado no meio de algo que os deixara um tanto frustrados. Não pelo lado mal, mas sim pelo surpreendente.
Após a metade do livro, o ritmo dele vai crescendo com ações e atitudes tomadas pelos personagens. Conforme você vai conhecendo a historia e os personagens, assim tomando o conhecimento, dores, sentimentos, devaneios e paixões vocês começaram a criar aquele elo que tanto ansiamos, sendo assim, conhecer e sentir toda a leitura. Tornando-se aquele personagem intruso, em que torcemos, gritamos, choramos e brigamos.
Tigana foi lançada em 2009, como único volume. Mas a SDE decidiu dividir esta leitura em duas partes, o que posso dizer que mesmo tendo sido bem escolhido o final do primeiro livro, temos aquela sensação de que esta faltando algo, que não é somente isso.  E para descobrir, devemos esperar pelo segundo e ultimo livro.
Eu em especial, gostei bastante da leitura, achei maravilhoso poder ler esta obra, além de ter ficado impressionada com a forma de escrever do autor, que cá entre nos, é magnifico. Estou super ansiosa para saber o final desta historia, e saber finalmente o que acontecera.
Antes dar a ultimas palavras gostaria de dizer que os a beleza desta capa é simplesmente linda, a SDE como sempre arrasando nos designs, fora a diagramação e formatação que esta impecável.
Bom não preciso dizer que recomendo esta leitura. Mas lembrem-se, vão com calma e não tenham pressa da leitura, se caso não fizerem isso, acabaram não gostando e achando confuso, vão por mim. Se lerem com calma, aposto que irão amar, ok!

É isso pessoal, espero que tenham gostado, e espero muito que possam ter a oportunidade de ler este livro.

Quotes:
“Se algo puder ser lembrado, então não está completamente perdido.”

“Não existem caminhos errados. apenas caminhos que você não sabia que teria de percorrer.”

“Dianora pensara, enquanto sua visão sentia a dor daquela ausência: o que é uma pessoa que segue seus dias como sempre fez, que fala, anda e trabalha, que come, faz amor, dorme e às vezes até consegue rir, mas cujo coração foi cortado e arrancado de seu corpo? Nenhuma cicatriz fora deixada à vista. Nenhuma ferida, pela qual pudessem se lembrar do golpe da lâmina.”

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